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‘Cantar na noite foi uma escola’

A cantora lança nesta quinta-feira, 7, o novo projeto gravado na capital cearense




Mari Fernandez lança novo projeto gravado em Fortaleza

Foto: Reprodução/Instagram

Antes de lançar o primeiro álbum, em 2021, Mari Fernandez vivia da música se apresentando em bares de Fortaleza. A cantora considera a noite da capital cearense uma verdadeira escola, responsável por moldar a artista que ela é hoje. Essas origens são resgatadas na nova edição do projeto Mari no Barzinho, lançada nesta quinta-feira, 7.

Assim como nas outras edições, Mari Fernandez gravou de forma intimista, no meio do público, incluindo também seis faixas inéditas no repertório. Entre as novas músicas, ela destaca duas: Telefone Sem Fio e 4:30 da Manhã, que tiveram uma boa recepção do público no momento da gravação. “Não sei se o hit vai se concretizar, mas, quando a gente tocou, a galera rapidamente aprendeu a cantar e reagiu de maneira positiva”, diz ela ao Terra.

Mari conta que as gravações do projeto a fazem lembrar de quando realmente se apresentava em barzinhos antes da pandemia. “É muito massa poder lembrar de quando comecei, só que numa fase diferente da carreira. Me traz essa nostalgia, essa felicidade. Isso aqui foi uma escola para mim e, hoje, graças a Deus, continuo gravando nesse lugar, mas também conquistei grandes palcos, multidões e tenho grandes fãs.”

 Ao afirmar que as apresentações em bares foram uma verdadeira escola, Mari destaca a versatilidade como uma de suas principais lições. Quando cantava na noite, ela precisava estar preparada para agradar diferentes públicos e também para o inesperado, pois muitos pedidos de música diferentes chegavam até ela.



Mari Fernandez em gravação do Mari no Barzinho, em Fortaleza

Foto: Reprodução/Instagram

“Tinha que estar preparada pra cantar todos os estilos de música. De pagode a MPB, brega, forró, piseiro e sertanejo. Era um público muito aleatório. Tinha desde a pessoa de 15 anos até uma pessoa de 60 anos que pedia em um guardanapo para eu cantar Amado Batista. Isso me ensinou a ser muito eclética, a aprender a ouvir muitas músicas diferentes. Tinha até um exercício que fazia quando alguém me pedia uma música que eu não sabia, anotava aquela música e usava a música pra aprender.”

Segundo Mari, esses pedidos de músicas, escritos em guardanapos, a ajudaram a entender melhor o público e sua diversidade. “Me ajudou a entender, em cada região e em cada cidade, qual o estilo musical que agrada mais a galera.” 

Nascida em Alto Santo (CE), a cantora viveu o começo da carreira em Fortaleza, por isso se emocionou ainda mais ao gravar o Mari no Barzinho na capital cearense. “Minhas primeiras vezes em estúdio, compondo, gravando, meu primeiro clipe e meu primeiro DVD foram em Fortaleza. Bateu aquela emoção de estar ali gravando. É diferente. Falei muito que não é só um Mari no Barzinho, é um Mari no Barzinho em casa”, conclui a cantora.

Fonte: Clique aqui