
Petrobras avança em acordo de produção na Bacia de Santos e reforça segurança operacional dos ativos
Estatal (BOV:PETR4) tem participação definida em Sururu e Berbigão após aprovação da ANP, com impacto positivo na governança e previsibilidade da produção de petróleo e gás
A Petrobras (BOV:PETR4) (BOV:PETR3) anunciou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou os Acordos de Individualização da Produção (AIP) das jazidas compartilhadas de Sururu e Berbigão, localizadas na Bacia de Santos. Os acordos passaram a valer na quinta-feira (01/05), consolidando as regras de exploração conjunta entre as empresas envolvidas.
A medida representa um avanço relevante na governança dos ativos, ao definir de forma clara as participações de cada companhia e estabelecer parâmetros operacionais para a produção coordenada. Em um cenário de busca por eficiência e previsibilidade no pré-sal, a formalização dos AIPs reduz incertezas regulatórias e fortalece o planejamento de longo prazo da Petrobras e de seus parceiros.
Os campos de Sururu e Berbigão estão em produção desde 2019 por meio do FPSO P-68, com capacidade instalada de até 150 mil barris de óleo por dia. No campo de Sururu, a Petrobras passa a deter 45,39% de participação, enquanto Shell fica com 23,74%, TotalEnergies com 21,37% e Petrogal Brasil com 9,50%. Já em Berbigão, a estatal possui participação majoritária de 62,91%, seguida por Shell (16,12%), TotalEnergies (14,51%) e Petrogal (6,45%).
Segundo a companhia, os acordos estabelecem bases sólidas para o desenvolvimento eficiente das jazidas compartilhadas, promovendo maior segurança jurídica e operacional. Esse tipo de estrutura é essencial para garantir o aproveitamento otimizado dos reservatórios, evitando perdas e conflitos entre operadoras.
No pregão desta terça-feira (05/05), durante o horário de negociação na bolsa de valores, as ações da Petrobras (BOV:PETR4) operavam em leve queda de -0,91%, cotadas a R$ 48,89 às 13h25. O papel abriu a R$ 48,88, atingiu máxima de R$ 49,02 e mínima de R$ 48,33 ao longo do dia, refletindo um movimento moderado de ajuste, apesar da notícia positiva no campo operacional.
A Petrobras é uma das maiores empresas integradas de energia do mundo, com atuação em exploração e produção de petróleo e gás, refino, transporte e comercialização. No Brasil, lidera o desenvolvimento do pré-sal e compete globalmente com gigantes como Shell e TotalEnergies, sendo um dos principais ativos da bolsa de valores brasileira.
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