
Bolsas da Ásia fecham em forte alta, após trégua de duas semanas na guerra do Oriente Médio
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quarta-feira (08/04) em forte alta, com ganhos generalizados nas principais bolsas de valores da região. O destaque positivo ficou para o Kospi, enquanto o avanço mais moderado foi observado nos índices chineses. O movimento foi impulsionado pela trégua geopolítica entre EUA e Irã, além da reabertura do Estreito de Ormuz. Entre os indicadores econômicos do dia, não houve divulgações relevantes de grande impacto, com o foco concentrado no cenário externo e nos preços do petróleo.
Na China, os mercados reagiram positivamente ao alívio nas tensões geopolíticas globais, fator que tende a favorecer economias dependentes de importação de energia. O índice Shanghai SE avançou 2,69%, enquanto o Shenzhen Composto subiu 4,35%. Sem divulgação de indicadores econômicos relevantes no dia, o mercado seguiu ancorado em fatores externos. Em geral, a queda do petróleo reduz pressões inflacionárias, podendo influenciar positivamente políticas monetárias mais acomodatícias no futuro.
No Japão, o Nikkei 225 registrou forte valorização de 5,39%, refletindo o apetite por risco global após a trégua no Oriente Médio. Também não houve divulgação de indicadores econômicos relevantes nesta quarta-feira (08/04). Em cenários como esse, o mercado japonês costuma reagir positivamente à queda nos custos de energia, o que beneficia empresas industriais e exportadoras, além de aliviar pressões sobre a inflação.
Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 3,09% no retorno após feriados locais, acompanhando o rali regional. Sem indicadores econômicos divulgados, o mercado reagiu principalmente ao cenário externo. A reabertura do Estreito de Ormuz tende a reduzir riscos logísticos globais, o que favorece empresas listadas na bolsa de valores local, especialmente do setor financeiro e de comércio.
Na Austrália, o índice ASX 200 (ASX:XJO) subiu 2,55%. O país, altamente exposto ao setor de commodities, foi diretamente impactado pela queda expressiva do petróleo, que recuava cerca de 13% no mercado internacional (CCOM:OILBRENT). Em geral, movimentos bruscos nos preços de energia impactam expectativas inflacionárias e decisões de política monetária do banco central australiano.
Na Coreia do Sul, o Kospi liderou os ganhos regionais ao subir expressivos 6,87%. Sem indicadores econômicos divulgados, o mercado reagiu ao cenário global mais favorável. Economias exportadoras como a sul-coreana se beneficiam de maior estabilidade geopolítica e redução nos custos energéticos, o que melhora margens corporativas e expectativas de crescimento.
No mercado cambial asiático nas últimas 24 horas, as principais moedas da região apresentaram valorização frente ao dólar norte-americano, refletindo o aumento do apetite por risco global. Divisas como o iene japonês e o yuan chinês mostraram movimentos positivos, enquanto o dólar perdeu força em meio à queda do petróleo e redução das tensões geopolíticas. Frente ao euro, o comportamento foi mais misto, com leve fortalecimento das moedas asiáticas mais ligadas ao comércio exterior.
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