
saiba o que fazem e as fortunas de ex-pilotos de F1 na Stock Car
Pilotos como Massa, Piquet Jr. e Rubinho Barrichello transformaram a experiência na Fórmula 1 em investimentos e negócios fora da pista
Depois de acumularem milhões de reais ao longo de carreiras bem-sucedidas na Fórmula 1, pilotos brasileiros, hoje na Stock Car passaram a investir em negócios fora das pistas, diversificando fontes de renda e consolidando patrimônio no mundo empresarial.
Nomes como Felipe Massa, Nelsinho Piquet e Rubens Barrichello aproveitaram a visibilidade internacional e o capital acumulado na principal categoria do automobilismo para investir em diferentes setores.
Atualmente, esses pilotos competem na Stock Car, que se tornou, além de um espaço competitivo, uma vitrine para manter a relevância no esporte e ampliar conexões comerciais no Brasil.
Outro nome que seguiu caminho semelhante foi Ricardo Zonta, que, após passagens mais curtas pela Fórmula 1, encontrou na categoria nacional uma continuidade esportiva aliada a uma atuação sólida no mundo corporativo.
Saiba o que fazem e qual a fortuna estimada desses pilotos:
Felipe Massa
Em 2019, a Forbes montou uma lista com os pilotos que mais ganharam dinheiro na Fórmula 1. Felipe Massa ficou em 9° lugar no ranking, com US$ 110 milhões (R$ 542 milhões) acumulados na carreira.
O levantamento inclui os acordos de salários e bônus fechados por Massa com as três equipes que ele defendeu ao longo dos 15 anos na Fórmula 1, mas o piloto ainda faturava à parte com acordos de patrocínio pessoal.
Ainda quando estava na Fórmula 1, Massa começou a trabalhar na produção de sucos prensados a frio e, nos últimos anos, ampliou sua atuação no setor de alimentação. O piloto é sócio do restaurante Beef Bar e da marca de açaí Oakberry.
Além disso, Massa investe em categorias de base de automobilismo como a Fórmula Futuro, além de participar ativamente no mercado esportivo e empresarial.
O piloto e o tenista Novak Djokovic uniram forças e tornaram-se sócios minoritários do Le Mans FC, clube francês que disputa a segunda divisão.
Além disso, Massa entrou com uma ação judicial na Inglaterra visando o reconhecimento do título mundial da Fórmula 1 de 2008, além de pleitear uma indenização estimada entre 64 e 150 milhões de libras, algo entre R$ 470 milhões e R$ 1,1 bilhão, considerando o câmbio atual. A argumentação é que o resultado daquela temporada foi influenciado por manipulações que o prejudicaram.
Nelsinho Piquet
A lista da Forbes não citou Nelsinho Piquet, mas a fortuna de seu pai, o tricampeão mundial Nelson Piquet, é estimada em mais de US$ 200 milhões, cerca de R$ 1 bilhão na cotação atual.
Piquet Jr. decidiu se tornar empreendedor em 2012, ao lançar uma marca de cachaça. Com o tempo, expandiu a atuação e hoje mantém o restaurante Filadélfia, além de um complexo de eventos com pista de corrida, dois karts indoor e uma fabricante de miniaturas de carros.
O piloto também utiliza seus próprios negócios como extensão da carreira no automobilismo. O restaurante funciona como ponto de encontro com equipes e patrocinadores, enquanto seus produtos, como a cachaça, são promovidos diretamente ao público frequentador. A ambientação temática, com itens de corrida, reforça a identidade da marca.
Rubens Barrichello
A lista da Forbes colocou Rubens Barrichello empatado com Massa na 9ª posição, com US$ 110 milhões (R$ 542 milhões) acumulados na carreira. Assim como o ex-companheiro, o piloto também ampliou seus ganhos com contratos de patrocínio.
Atualmente, Barrichello atua como diretor não executivo para a América Latina da SOFTSWISS, companhia do setor de tecnologia. A parceria, iniciada em abril de 2024, tem como objetivo fortalecer a presença da marca na região.
O ex-piloto de F1 e atual bicampeão de Stock Car se tornou investidor da FTRM Group em 2022, controladora da Futurum Capital, venture developer voltada ao desenvolvimento de projetos disruptivos globalmente.
Ricardo Zonta
Ricardo Zonta disputou a Fórmula 1 entre 1999 e 2001 e entre 2004 e 2005. Apesar de a Forbes não ter divulgado os ganhos do piloto na categoria, ele passou a atuar no grupo empresarial da família após deixar a elite do automobilismo.
Hoje, Zonta é vice-presidente do Grupo Zonta, conglomerado que reúne marcas como Condor, Gigante Atacadista, Hipermais, a indústria plástica Cipla, a água mineral Ouro Fino e um shopping em Joinville (SC). O grupo também possui postos de combustível e operações imobiliárias.
De acordo com a Forbes, somando todas essas frentes, o conglomerado já ultrapassa R$ 10 bilhões em faturamento anual, consolidando o ex-piloto como um dos empresários mais discretos e bem-sucedidos do varejo brasileiro.
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