
PRIO dispara na B3 após J.P. Morgan elevar preço-alvo para R$ 73 e reforçar recomendação de compra
Ações da PRIO3 sobem mais de 2% nesta segunda-feira (27/04), impulsionadas por perspectiva de produção recorde e forte geração de caixa no setor de petróleo
A PRIO S.A. (BOV:PRIO3) registra forte valorização nesta segunda-feira (27/04), após o banco norte-americano J.P. Morgan revisar sua recomendação para o setor de petróleo e gás no Brasil. A instituição manteve recomendação “overweight” (equivalente à compra) para a companhia e elevou o preço-alvo das ações de R$ 55 para R$ 73, reforçando o otimismo com o potencial de crescimento da petroleira.
O movimento positivo ocorre em um momento estratégico para a companhia, que avança em projetos relevantes e se beneficia de um ambiente favorável para os preços do petróleo. A visão dos analistas destaca a PRIO como uma das empresas com melhor relação risco-retorno no segmento de petroleiras juniores listadas na bolsa de valores brasileira (B3).
Entre os principais catalisadores, o J.P. Morgan aponta a entrada em operação do campo de Wahoo, prevista para 2026, além da consolidação do campo de Peregrino. Esses fatores devem impulsionar significativamente a produção da companhia, com estimativas de atingir cerca de 200 mil barris por dia até o final de 2026.
Outro ponto relevante é a estratégia operacional da empresa. Diferentemente de concorrentes como PetroReconcavo (BOV:RECV3) e Brava Energia (BOV:BRAV3), que tiveram suas recomendações rebaixadas para “neutro”, a PRIO possui menor exposição a operações de hedge. Isso permite maior captura da alta do petróleo no mercado internacional, ampliando seu potencial de geração de receita líquida e lucro.
De acordo com o relatório do banco, em um cenário de maior volatilidade global, empresas com forte geração de caixa e crescimento consistente — como a PRIO — tendem a se destacar entre investidores que buscam oportunidades na B3.
Durante o pregão desta segunda-feira (27/04), as ações da PRIO (PRIO3) operam em alta de 2,63%, cotadas a R$ 64,33 às 14h46. O papel abriu o dia a R$ 63,05 e já atingiu máxima intradiária de R$ 64,90, com mínima de R$ 62,98, indicando fluxo comprador consistente ao longo da sessão.
O desempenho reflete não apenas a revisão positiva do banco norte-americano, mas também a valorização do petróleo no mercado internacional, que contribui para sustentar o otimismo com empresas do setor.
A PRIO S.A. é uma das principais petroleiras independentes do Brasil, com foco na aquisição e revitalização de campos maduros de petróleo e gás. A companhia atua no segmento de exploração e produção (E&P), destacando-se pela eficiência operacional e disciplina na alocação de capital. Entre seus principais ativos estão os campos de Frade, Polvo e Albacora Leste. No setor, concorre com empresas como PetroReconcavo e Brava Energia.
Com perspectiva de crescimento robusto, aumento de produção e forte exposição ao preço do petróleo, a PRIO (PRIO3) segue no radar dos investidores da bolsa de valores brasileira.
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