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PRIO dispara com Licença de Operação de Wahoo e reforça potencial de produção na B3

Autorização do Ibama remove última etapa regulatória, destrava início da produção e pode levar a PRIO (BOV:PRIO3) a 200 mil barris/dia em 2026; ação sobe e analistas elevam confiança na tese de crescimento

A PRIO S.A. (BOV:PRIO3) anunciou que o Ibama concedeu a Licença de Operação (LO) para o Campo de Wahoo, na Bacia de Campos, eliminando a última etapa regulatória pendente e abrindo caminho para o início iminente da produção. O ativo está na fase final de comissionamento, e o chamado “primeiro óleo” pode ocorrer já nas próximas semanas.

A liberação ambiental era o principal ponto de incerteza que cercava o projeto. Com a LO em mãos, a companhia reduz significativamente o risco de execução e fortalece sua estratégia de crescimento orgânico. A expectativa é que Wahoo contribua inicialmente com cerca de 30 mil barris por dia (bpd), avançando para 40 mil bpd em maio, quando os quatro poços produtores estiverem em operação. Para 2026, a produção total da PRIO pode alcançar aproximadamente 200 mil bpd, frente aos 100 mil bpd registrados no ano anterior.

O avanço de Wahoo ocorre após a conclusão, em novembro, da aquisição dos 60% remanescentes do Campo de Peregrino, também na Bacia de Campos. O movimento amplia a escala operacional da companhia e reforça sua posição entre as principais petroleiras independentes da bolsa de valores brasileira.

Analistas do Goldman Sachs classificaram o anúncio como estrategicamente positivo. Segundo o banco norte-americano, a concessão da última licença ambiental reduz o risco do projeto e aumenta a confiança de que o início da produção ocorrerá já no próximo mês. A instituição reiterou recomendação de compra para PRIO3, com preço-alvo de R$ 58,45, destacando valuation atrativo e potencial de geração de fluxo de caixa livre estimado em 20% para 2026, considerando petróleo a US$ 70 por barril.

Já a Ativa Investimentos avalia que o marco regulatório reforça a tese de crescimento baseada em redesenvolvimento de ativos maduros, eficiência operacional e disciplina financeira. A corretora manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 62, apontando impacto direto no ramp-up de produção e diluição de custos.

Às 13h33 desta terça-feira (03/03), as ações da PRIO (BOV:PRIO3) subiam 1,06%, cotadas a R$ 57,89. O papel abriu o pregão a R$ 58,60, atingiu mínima de R$ 56,93 e máxima de R$ 58,90, com mais de 8,4 milhões de ações negociadas até o momento. O desempenho ocorre em um contexto de atenção redobrada do mercado ao setor de petróleo e gás, especialmente após avanços regulatórios que reduzem riscos de projetos estratégicos.

Investidores acompanham de perto os desdobramentos operacionais, já que a entrada em produção de Wahoo pode impactar diretamente receita líquida, geração de caixa, dividendos e eventual programa de recompra de ações nos próximos trimestres.

A PRIO S.A. (BOV:PRIO3) é uma companhia independente de óleo e gás com foco na aquisição e redesenvolvimento de campos maduros, principalmente na Bacia de Campos. Seu modelo de negócios é baseado em eficiência operacional, redução de custos e aumento da vida útil dos ativos. Entre seus principais ativos estão Frade, Albacora Leste, Polvo e Peregrino, competindo no setor com outras petroleiras listadas na bolsa de valores brasileira.

Com a Licença de Operação de Wahoo, a PRIO reforça sua trajetória de expansão e consolida uma nova fase de crescimento. Para quem acompanha PRIO3 hoje, o mercado começa a precificar um ciclo de produção mais robusto e previsível.

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