
Por que toque de mão de João Neves não foi pênalti?
Um lance polêmico marcou a segunda partida da semifinal da Champions League entre Bayern de Munique e Paris Saint-Germain, realizada nesta quarta-feira, 6, na Allianz Arena. Jogadores, comissão técnica e torcedores do Bayern protestaram veementemente após a arbitragem não assinalar um pênalti por toque de mão do meio-campista João Neves, do PSG.
O episódio ocorreu por volta do minuto 31 do primeiro tempo. Após uma tentativa de desarme do companheiro de equipe Vitinha, a bola atingiu o braço de João Neves dentro da área do PSG. Imediatamente, os atletas do Bayern de Munique solicitaram a marcação da penalidade máxima, mas o árbitro João Pinheiro optou por seguir o jogo.
Apesar dos apelos e da revisão do lance pelo VAR, a decisão de campo foi mantida. De acordo com especialistas em arbitragem e as regras da IFAB, a decisão foi considerada correta.
A justificativa técnica aponta que João Neves estava em uma tentativa instintiva de proteção e o contato ocorreu a curta distância, vindo de um companheiro de equipe, e não de um chute direto de um adversário. Nessas circunstâncias, a ação não é considerada uma infração punível.
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