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Novo DRM do PlayStation pode ser só um prazo de reembolso e licença de 30 dias vira permanente

O novo DRM do PlayStation que assustou jogadores do mundo todo nos últimos dias pode ser bem menos restritivo do que parecia. Embora a Sony ainda não tenha emitido qualquer esclarecimento oficial sobre a mudança, que passou a exigir conexão online a cada 30 dias para continuar jogando títulos digitais adquiridos após março de 2026, uma investigação conduzida pelo membro do fórum ResetERA, andshrew, sugere que o novo comportamento das licenças está diretamente ligado à janela de reembolso de 14 dias para compras digitais.

Usando um PS5 “alternativo”, andshrew vasculhou o sistema e detalhou como o gerenciamento de licenças funciona na plataforma. Segundo ele, o console instala automaticamente um arquivo de licença para todo conteúdo vinculado à conta, independentemente de o jogo estar instalado ou não. O acesso efetivo ao título, porém, depende do estado de ativação do console, se ele está definido como primário para reprodução offline, ou de uma conexão ativa com a PlayStation Network para consoles não primários.

Historicamente, as licenças de conteúdo comprado tinham duração indefinida. Já o conteúdo do PS+ Extra e Premium gerava licenças válidas por 14 dias, enquanto os jogos do PS+ Essential ficavam ativos pelo período da assinatura. O que mudou agora é que novas compras passaram a receber uma licença inicial de 30 dias em vez de permanente. Para sustentar sua hipótese, andshrew testou o comportamento com dois jogos adquiridos recentemente, e os resultados são reveladores.

No primeiro caso, o jogo foi comprado no dia 9 de abril. Ao ligar o PS4 em 21 de abril, uma licença de 30 dias foi instalada automaticamente. O jogo foi então instalado em 25 de abril, e a tela de informações confirmava que ele poderia ser jogado offline por mais 26 dias. Cerca de 30 minutos após a instalação, no entanto, a licença de 30 dias foi substituída por uma de duração indefinida, e esse status se manteve mesmo após deletar e reinstalar o título. No total, haviam se passado 16 dias entre a compra e a licença permanente ser concedida.

No segundo teste, o jogo foi comprado em 27 de abril e instalado no mesmo dia. Uma licença de 30 dias foi instalada normalmente, mas, diferentemente do primeiro caso, nenhuma licença permanente havia sido emitida até o momento do relato.

A diferença entre os dois cenários é precisamente o ponto central da teoria: no primeiro jogo, a janela de reembolso de 14 dias já havia expirado no momento em que a licença se tornou permanente. No segundo, a janela ainda estava aberta. Em outras palavras, a Sony parece estar emitindo licenças definitivas somente após o período em que um reembolso poderia ser solicitado, o que faz sentido do ponto de vista de proteção contra exploits de licença.

Por mais que a investigação de andshrew ofereça uma explicação coerente, a ausência de um posicionamento oficial da Sony mantém a situação em aberto. Enquanto a empresa não se pronuncia, é cedo demais para afirmar com certeza que a política não vai evoluir para algo mais restritivo.

Fonte: Wccftech

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