
Franclim expõe a imprensa do 7 a 1: “Querem bater no Botafogo”
Aleluia! É a primeira vez que um técnico do Glorioso identifica e detona quem mais tripudia do clube
29 abr
2026
– 12h09
(atualizado às 12h15)
Com apenas 39 anos, o novato Franclim Carvalho demonstra a maturidade de um veterano. As entrevistas coletivas do jovem treinador do Botafogo estão cada vez melhores e acompanham a boa fase do time, invicto há nove jogos, mesmo no epicentro da encarniçada disputa societária do clube. A despeito de algumas escolhas táticas de alguém que está começando na profissão, a postura do profissional de Miranda do Corvo (POR) diante dos jornalistas é impecável. Escutá-lo tem sido, assim, um deleite no Estádio Nilton Santos. Na última terça-feira (28), no Colosso do Subúrbio, após a vitória sobre o Petrolero (BOL) por 3 a 0, pela Copa Sul-Americana, o português expôs a imprensa do 7 a 1. Ele, aliás, é o primeiro treinador do Mais Tradicional que conseguiu, enfim, identificar quem mais tripudia da Estrela Solitária. A resposta dele foi o óbvio ululante.
“O inimigo não está aqui dentro. Não tenho dúvida de que o fato de ser o Botafogo causa um alvoroço ainda maior. O inimigo está lá fora. O fato de ser o Botafogo causa um alvoroço ainda maior. O Botafogo é um clube que causa comichão. E nós sabemos que temos qualidade aqui dentro, assim como reconhecemos também que querem bater no Botafogo. Mas nós estamos aqui para trabalhar, para blindar com estas pessoas todas. É momento de unirmos”, expressou o treinador lusitano, no tom adequado.
Formada por carcomidos colunistas e conhecida por sua frequente desonestidade intelectual, a decadente imprensa do 7 a 1 tem como única finalidade detonar a SAF do Botafogo por esporte, sem reconhecer os avanços. Isso sem contar, claro, as preferências clubísticas camufladas e a falta de profundidade na análise das notícias envolvendo o Glorioso. Recentemente, os abutres e decrépitos palpiteiros de terceira categoria tentaram implacar asterísticos nas conquistas da Copa Libertadores e do Brasileirão de 2024, como se o Mais Tradicional não se pagasse pelos dois títulos mastodônticos e pela participação no último Mundial de Clubes da Fifa.
Franclim sabe, portanto, muito bem a quem interessa um Botafogo debilitado.
Telles também coloca o dedo na ferida
Um dos líderes do elenco alvinegro, o lateral-esquerdo Telles comunga do mesmo pensamento do treinador de Miranda do Corvo. Como pontuariam os mais jovens, o “papo é reto”.
“Na moral, quero responder sobre o jogo. Já massacram a gente toda semana. Falam demais sobre o Botafogo. Precisam de um respeito maior pela instituição. Vou responder ao que cabe a mim como um dos líderes, como jogador, que é o resultado, a vitória. São nove jogos sem perder. Isso tem que ser valorizado”, cobrou o lateral-esquerdo, na zona mista da praça esportiva do Mais Tradicional.
A vida destes caquéticos comentaristas não será tão simples enquanto existirem pessoas de brio para defender o escudo mais tradicional do futebol brasileiro.
*Esta coluna não reflete, necessariamente, a opinião do Jogada10.
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