
Após se aposentar, idosa constrói mini casa de 15 m² nas montanhas: ‘Meu refúgio”
Mini contêiner fica em Córdova, na Argentina, e conta com sala de estar, banheiro e cozinha
Há cerca de 15 anos, o médico de Silvia Valdivia alertou que ela precisava se priorizar. Então, após se aposentar e se separar, a argentina decidiu construir uma casa de 15 m² na Villa Flor Serrana, na província de Córdova, para ser uma espécie de refúgio. A mulher de 64 anos entendeu que era necessário “deixar ir e parar de viver em tribo”.
Nos últimos três anos, ela passou a morar na mini casa feita em um contêiner, dentro de uma reserva natural pertencente ao município de Tanti.
A longa busca por viver em meio a natureza começou em agosto de 2021, quando teve o que chamou de “encontro místico”. “Estávamos tomando mate na Reserva Natural Privada Cascada Los Chorrillo e ouvi o som de alguns cavalos se banhando no rio. Eles saíram da água, rolaram na areia e um deles fez contato visual comigo; veio direto até mim. Naquele momento, olhei para minha afilhada e disse: ‘Este é o lugar’ ”, declarou ao portal Infobae.
Ela passou dias visitando várias propriedades, até que sentiu “uma vibração” enquanto caminhava sob uma árvore. Segundo Silvia, o vendedor nem precisou dizer o preço para que ela soubesse que o terreno já era seu.
A construção não poderia ser algo tradicional e foi avaliando algumas estruturas nas redes sociais que decidiu pelo mini contêiner. “Fiquei fascinada”, afirmou. Então, entrou em contato com a empresa de San Francisco, em Córdova, que planejou e entregou tudo depois de 90 dias.
“No dia em que me enviaram a foto do contêiner pintado, meu coração se encheu de lágrimas. Desabei em lágrimas. Senti como se tivéssemos trazido uma ideia do alto e a tornado tangível na Terra. Trouxemos o mar para as montanhas ”, descreveu.
A mini casa conta com sala de estar, banheiro completo, aquecedor de água, cozinha totalmente equipada e móveis projetados sob medida para otimizar o espaço de armazenamento. O imóvel possui apenas uma janela, com vidro duplo, que serve como porta de entrada.
O revestimento das paredes e do teto foi feito em madeira não apenas para criar um ambiente aconchegante, mas também para melhorar o conforto térmico e o isolamento. “É o meu refúgio energético. Costumo vir todos os fins de semana e, quando estou organizada, fico seis ou sete dias seguidos “, disse ela.
Apesar de pequena, a casinha de Silvia recebe a família nas celebrações, como a de Ano Novo. “Na última celebração de Ano Novo, a família chegou em sete carros. Como eu só podia acomodar três pessoas na casa, o resto dormiu em barracas que montamos ao redor da propriedade. A casinha nos acolheu a todos”, recordou Silvina.
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