
Cebolinha, Ganso e Gustavo Scarpa: saiba quem pode trocar de clube em julho
O futebol nacional se prepara para a reabertura da janela de transferências, marcada para o dia 20 de julho de 2026. Conforme o regulamento do Campeonato Brasileiro, atletas que disputaram menos de 12 partidas por um clube na competição ainda possuem permissão para se transferir para outra equipe da Série A na mesma edição do torneio.
Regras e movimentações no mercado
A possibilidade de transferência interna permite que clubes busquem reforços que já conhecem a dinâmica do campeonato, enquanto jogadores com pouco tempo de jogo buscam novas oportunidades. A movimentação é monitorada pelas diretorias, que avaliam a necessidade de ajustes nos elencos para o restante da temporada.
Entre os nomes que despertam atenção está Everton Cebolinha, do Flamengo. O atacante, de 30 anos, soma 7 jogos na competição e, diante da perda de espaço, pode deixar o clube carioca. No Atlético-MG, Gustavo Scarpa acumula dez partidas e também figura na lista de atletas que podem mudar de ares para ganhar mais protagonismo.
Situação de atletas experientes
No Fluminense, Paulo Henrique Ganso já atingiu o limite de 12 jogos no campeonato. Com contrato próximo ao fim, o jogador é alvo de interesse de outras equipes, incluindo o Santos. A saída de atletas veteranos faz parte do planejamento estratégico de renovação dos clubes para o segundo semestre.
Outros nomes relevantes que podem movimentar o mercado incluem Hulk, do Atlético-MG, e Alexander Barboza, do Botafogo. A lista de possíveis negociações ainda contempla jogadores como Walace (Cruzeiro), Germán Cano (Fluminense), Igor Gomes (Atlético-MG), Keno (Coritiba), Arboleda (São Paulo), André Silva (São Paulo), André Ramalho (Corinthians), Joaquín Correa (Botafogo), Mayke (Santos), Gilberto (Bahia), Chico da Costa (Cruzeiro) e Igor Rabello (Fluminense).
Impacto para os clubes
A janela de julho é um período decisivo para o equilíbrio tático das equipes. A condição clínica dos atletas e a necessidade de suprir carências em posições específicas serão os fatores determinantes para o avanço das negociações. Clubes que buscam melhorar sua posição na tabela veem nesta regra dos 12 jogos uma oportunidade estratégica para qualificar o elenco sem a necessidade de adaptação de jogadores vindos de ligas estrangeiras.
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